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David Chaves Fugazza . ÉQUEMESCAPULIU
David Chavez | É que me Escapuliu
Cidade onde nasceu: São Paulo
Cidade onde vive: São Paulo
Profissão: Jornalista
No Forró desde: 2000
Hábitos Forrozeiros: As roupas do dia a dia mesmo, camiseta, bermuda, boné e tênis. Nas mãos, sempre um pouco de água!
“Antes de mais nada, o Forró é entretenimento. Para uns o Forró é o sustento, é a profissão, e o ganha pão. Para mim, o Forró é uma paixão, por enquanto. Forró é a balada que eu sempre gostei de ir, e ia sozinho mesmo. Pois é lá que a magia acontece. O Forró foi onde a vida me levou para pesquisar, e informar as pessoas. Trabalhar de uma forma mais gostosa, com aquilo que amamos. O Forró aumentou a autoestima, é um lugar de fácil socialização. O Forró me ajudou a vencer a falta de coordenação, seja para dançar ou para tocar.”
David Chavez Fugazza é jornalista, forrozeiro e influencer digital. É responsável pelo canal de Forró: É que me escapuliu que tem carácter jornalístico, informativo e de pesquisa sobre o Forró. David é forrozeiro das antigas, paulistano, se apaixonou pelo Forró na época do Forró Universitário e foi migrando pelas novas vertentes que foram surgindo.
“A minha história começou como a maioria das pessoas, ouvindo no rádio Rastapé, Falamansa, Bicho de pé, arriscando um dois pra lá dois pra cá. Eu nao imaginava e não sabia o que era o Forró. Até que comecei a frequentar o Sesc São Carlos que rolava um Forró toda sexta-feira e alguns domingos também. Lá eu conheci uma pessoa que eu namorei por algum tempo e ela era professora de Forró.
Só que a gente ia para os Forrós e ela dançava e eu ficava vendo porque eu não sabia. Então eu resolvi aprender e aprendi com ela. Só que anos depois, eu descobri que eu não sabia nada, porque na verdade eu só dançava com ela, só sabia dançar com ela. E eu aprendi na garra, na marra, na vontade e nos bailes. Me recordo de ter feito pouquíssimas aulas.
E a partir deste momento eu passei a sair de São Carlos, do interior e comecei a ir para São Paulo, para os festivais, Rootstock. Isso foi em 2008, daí eu fui conhecer Itaúnas, o Forró em Ilha Grande, fui rodar o Brasil atrás de Forró, né?!.
A gente tinha uma turma de 5 amigos que saía todo o final de semana de São Carlos, onde não havia Forró, para ir dançar Forró em outros lugares de São Paulo. A gente tinha um carrinho, um Uno de um amigo nosso, que a gente batizou de centimóvel, e a gente fazia várias excursões pelo interior de SP.
Dentro do Forró já participei de tudo, além de dançar já participei de concurso de dança, que fiquei em segundo lugar, acho que foi da prefeitura no interior de São Paulo, não lembro o ano , nem onde. Já toquei triângulo num trio no Sesc Bertioga, já participei de programa de rádio, já fiz um documentário sobre o Forró para a rádio UFSCAR, já dei aula num projeto chamado aulinha do Kazoo na USP de São Carlos. Já apresentei programas, já fui entrevistado como colecionador de vinil, já discotequei em festas junto com o Dona Zefa e já trabalhei com parte jornalística do Forró assessoria de imprensa, publicação de releases em veículos de imprensa, já fiz fotos de Forró também…
Hoje sou casado, minha esposa também é forrozeira e o forró acaba sendo nossa fuga da correria do di-a-dia
Uma história muito marcante pra mim foi quando eu fui ver um show do Mestre Zinho no Sesc Araraquara e após os shows, o Alexandre Mori, forrozeiro, jornalista, sempre levava alguns músicos para casa dele. Rolava um churrasco, rolava uma pizzada e naquele dia ele levou o mestre Zinho. E ficamos ali os mais chegados com o Mestre Zinho. Neste dia ele começou a contar histórias das suas andanças com o Forró. Não tocou triângulo, ele tocou zabumba e entre um bate papo e uma história ele tocava uma música com a zabumba. o Mestre Zinho sempre foi uma inspiração para nossos forrozeiros. Passada a fase Universitária, mestre Zinho foi o primeiro ídolo, a primeira pessoa, músico que me chamou atenção, então estar ali escutando as histórias foi um momento muito importante pra mim.
Sobre o É que me Escapuliu
O É que me Escapuliu nasceu em 2008, um ano depois de eu ter me formado em Jornalismo. E eu senti a necessidade de escrever as coisas que estava pensando no momento sobre Forró ou não. Começou com um blog, www.meescapuliu.com.br que continua no ar ainda tanto matérias jornalísticas como textos opinativos. O mais legal é que eu consigo fazer um paralelo sobre em como eu pensava o Forró em 2008 e como eu amadureci e penso no Forró Hoje.
Há mais ou menos um ano eu queria fazer um projeto novo para as redes sociais, percebi que eu precisava migrar o É que escapuliu para as redes sociais, mesmo porque as pessoas já não estavam mais consumindo textos tão grandes então eu fiz um formato para as redes sociais, com conteúdos diários desde 2021 para o instagram, e entre estes conteúdos estão textos jornalísticos, textos opinativos e muitas curiosidades.
Tem também o drops news que contam algumas notícias que , mas o objetivo é informar e difundir o Forró para as pessoas que não conhecem e informar do meio forrozístico para quem é do Forró também. Neste meio tempo o É que escapuliu já entrevistou bastante gente, Mestrinho, Janaina, Thiaguinho…e temos novosplanos para 2023.
Produzimos conteúdos jornalísticos para o Forró, seja através de releases para divulgação na imprensa ou através do nosso canal na plataforma Instagram, onde apresentamos ao mundo fatos e curiosidades
Cidade onde nasceu: São Paulo
Cidade onde vive: São Paulo
Profissão: Jornalista
No Forró desde: 2000
Hábitos Forrozeiros: As roupas do dia a dia mesmo, camiseta, bermuda, boné e tênis. Nas mãos, sempre um pouco de água!
“Antes de mais nada, o Forró é entretenimento. Para uns o Forró é o sustento, é a profissão, e o ganha pão. Para mim, o Forró é uma paixão, por enquanto. Forró é a balada que eu sempre gostei de ir, e ia sozinho mesmo. Pois é lá que a magia acontece. O Forró foi onde a vida me levou para pesquisar, e informar as pessoas. Trabalhar de uma forma mais gostosa, com aquilo que amamos. O Forró aumentou a autoestima, é um lugar de fácil socialização. O Forró me ajudou a vencer a falta de coordenação, seja para dançar ou para tocar.”
David Chavez Fugazza é jornalista, forrozeiro e influencer digital. É responsável pelo canal de Forró: É que me escapuliu que tem carácter jornalístico, informativo e de pesquisa sobre o Forró. David é forrozeiro das antigas, paulistano, se apaixonou pelo Forró na época do Forró Universitário e foi migrando pelas novas vertentes que foram surgindo.
“A minha história começou como a maioria das pessoas, ouvindo no rádio Rastapé, Falamansa, Bicho de pé, arriscando um dois pra lá dois pra cá. Eu nao imaginava e não sabia o que era o Forró. Até que comecei a frequentar o Sesc São Carlos que rolava um Forró toda sexta-feira e alguns domingos também. Lá eu conheci uma pessoa que eu namorei por algum tempo e ela era professora de Forró.
Só que a gente ia para os Forrós e ela dançava e eu ficava vendo porque eu não sabia. Então eu resolvi aprender e aprendi com ela. Só que anos depois, eu descobri que eu não sabia nada, porque na verdade eu só dançava com ela, só sabia dançar com ela. E eu aprendi na garra, na marra, na vontade e nos bailes. Me recordo de ter feito pouquíssimas aulas.
E a partir deste momento eu passei a sair de São Carlos, do interior e comecei a ir para São Paulo, para os festivais, Rootstock. Isso foi em 2008, daí eu fui conhecer Itaúnas, o Forró em Ilha Grande, fui rodar o Brasil atrás de Forró, né?!.
A gente tinha uma turma de 5 amigos que saía todo o final de semana de São Carlos, onde não havia Forró, para ir dançar Forró em outros lugares de São Paulo. A gente tinha um carrinho, um Uno de um amigo nosso, que a gente batizou de centimóvel, e a gente fazia várias excursões pelo interior de SP.
Dentro do Forró já participei de tudo, além de dançar já participei de concurso de dança, que fiquei em segundo lugar, acho que foi da prefeitura no interior de São Paulo, não lembro o ano , nem onde. Já toquei triângulo num trio no Sesc Bertioga, já participei de programa de rádio, já fiz um documentário sobre o Forró para a rádio UFSCAR, já dei aula num projeto chamado aulinha do Kazoo na USP de São Carlos. Já apresentei programas, já fui entrevistado como colecionador de vinil, já discotequei em festas junto com o Dona Zefa e já trabalhei com parte jornalística do Forró assessoria de imprensa, publicação de releases em veículos de imprensa, já fiz fotos de Forró também…
Hoje sou casado, minha esposa também é forrozeira e o forró acaba sendo nossa fuga da correria do di-a-dia
Uma história muito marcante pra mim foi quando eu fui ver um show do Mestre Zinho no Sesc Araraquara e após os shows, o Alexandre Mori, forrozeiro, jornalista, sempre levava alguns músicos para casa dele. Rolava um churrasco, rolava uma pizzada e naquele dia ele levou o mestre Zinho. E ficamos ali os mais chegados com o Mestre Zinho. Neste dia ele começou a contar histórias das suas andanças com o Forró. Não tocou triângulo, ele tocou zabumba e entre um bate papo e uma história ele tocava uma música com a zabumba. o Mestre Zinho sempre foi uma inspiração para nossos forrozeiros. Passada a fase Universitária, mestre Zinho foi o primeiro ídolo, a primeira pessoa, músico que me chamou atenção, então estar ali escutando as histórias foi um momento muito importante pra mim.
Sobre o É que me Escapuliu
O É que me Escapuliu nasceu em 2008, um ano depois de eu ter me formado em Jornalismo. E eu senti a necessidade de escrever as coisas que estava pensando no momento sobre Forró ou não. Começou com um blog, www.meescapuliu.com.br que continua no ar ainda tanto matérias jornalísticas como textos opinativos. O mais legal é que eu consigo fazer um paralelo sobre em como eu pensava o Forró em 2008 e como eu amadureci e penso no Forró Hoje.
Há mais ou menos um ano eu queria fazer um projeto novo para as redes sociais, percebi que eu precisava migrar o É que escapuliu para as redes sociais, mesmo porque as pessoas já não estavam mais consumindo textos tão grandes então eu fiz um formato para as redes sociais, com conteúdos diários desde 2021 para o instagram, e entre estes conteúdos estão textos jornalísticos, textos opinativos e muitas curiosidades.
Tem também o drops news que contam algumas notícias que , mas o objetivo é informar e difundir o Forró para as pessoas que não conhecem e informar do meio forrozístico para quem é do Forró também. Neste meio tempo o É que escapuliu já entrevistou bastante gente, Mestrinho, Janaina, Thiaguinho…e temos novosplanos para 2023.
Produzimos conteúdos jornalísticos para o Forró, seja através de releases para divulgação na imprensa ou através do nosso canal na plataforma Instagram, onde apresentamos ao mundo fatos e curiosidades
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